A Convocação do Menino Lunar
Vós que sois cérebro entre corações,
Que vês nos pastos cinzas
Um imenso laboratório
De encabrestadas multidões,
Que sentes ver de longe,
Tua cabeça, teu observatório.
Tua mente só, um capitólio
Vazio.
A quem pronuncias,
Num tom sereno –
Se mal entendido, sombrio –
Verdades cruas e algumas profecias…
.
Vos conclamo,
Menino Lunar,
Quem quer sejas, ou onde estejas,
A mostrar o que percebes
E o que sabes.
.
Amici nella percezione,
Siamo chiamati!
Perché il mondo forse a corto di tempo
Senza qualche dell’ Illuminati.
.
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