Crônica Ébria do Menino Lunar

Um piquenique de prazeres!

Sons da natureza humana

Animalizando outros seres…

Ondas de uma sensação leviana

Banhando torpes dizeres…

Fumaças etéreas eternizando o momento,

E milhares de pensamentos vagos,

Mas a certeza do sentimento…

.

Goles lúdicos de auto-conhecimento,

Pinos e pistas de outras estadas

Ar em brisa, e brisa em movimento,

Todos muito atentos – pessoas escoladas!

Em meio a cada passo e cada toque,

Do jazz eletrocutado ao rock,

Eis que o Menino Lunar sente um choque:

Quanta leveza – plase don’t stop!,

Quanta pureza, quanto gosto!

Se vê a qualidade pelo teu rosto!

Mas se a tua cara é igual à minha,

Quem de nós dois tomou aquela balinha?

.

E nessa dúvida que paira sobre a liberdade,

Satisfeito por quanto sorri,

Eis que o Menino sente o peso da vaidade,

Finalmente cerrado em sua cratera à dormir…

.

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~ by withinsanity on December 19, 2011.

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